O papel do juiz na sociedade contemporânea: a contribuição das escolas judiciais e do Exame Nacional da Magistratura na formação judicial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20435/ius.ano6iesp.111

Palavras-chave:

instituições judiciárias, papel do magistrado brasileiro, Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, Exame Nacional da Magistratura

Resumo

As instituições judiciárias no Brasil remontam à época da colonização portuguesa. No entanto, apesar do passar dos séculos, ainda persiste a questão sobre qual é o papel esperado da atuação dos magistrados na sociedade brasileira. Além da responsabilidade na jurisdição, espera-se que os juízes tenham uma postura ética, humana e interdisciplinar. Nesse contexto, foi criada a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM) pela Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de regulamentar, autorizar e fiscalizar os cursos oficiais de ingresso e promoção na carreira da magistratura, além de regulamentar o processo de vitaliciamento dos magistrados. Recentemente, no final de 2023, o CNJ instituiu o Exame Nacional da Magistratura (ENAM), que valoriza, além da memorização de conteúdos, o raciocínio crítico, a resolução de problemas e a vocação para a magistratura. Com base nas diretrizes da ENFAM e no ENAM, este artigo busca demonstrar o papel esperado do magistrado brasileiro na contemporaneidade. Através de uma revisão documental, o estudo conclui que se espera um juiz capaz de olhar além dos aspectos técnicos do processo, enxergando o ser humano por trás dos autos, e atuando com respeito ao ordenamento jurídico.

Biografia do Autor

Marco André Nogueira Hanson, Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

Desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Diretor-Geral da Escola Judicial de Mato Grosso do Sul (EJUD-MS).

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Publicado

29.05.2026

Como Citar

HANSON, Marco André Nogueira. O papel do juiz na sociedade contemporânea: a contribuição das escolas judiciais e do Exame Nacional da Magistratura na formação judicial. Revista Jurídica IUS Vivens, Campo Grande, p. p. 197–214, 2026. DOI: 10.20435/ius.ano6iesp.111. Disponível em: https://iusvivens.emnuvens.com.br/iusvivens/article/view/111. Acesso em: 2 jun. 2026.

Edição

Seção

Escolas Judiciais

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