Inteligência artificial e os limites éticos necessários: riscos do uso indevido e impactos sociais

Autores

  • Francisco das C. Lima Filho Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região

DOI:

https://doi.org/10.20435/ius.ano6iesp.110

Palavras-chave:

inteligência artificial, ética, juventude, riscos sociais, tecnologia

Resumo

Este artigo analisa os riscos associados ao uso indevido da inteligência artificial (IA), especialmente no contexto da juventude, a partir de caso noticiado pela revista Veja em 2015. A reflexão se fundamenta em doutrina contemporânea sobre ética tecnológica, propondo balizas para o uso responsável da IA.

Biografia do Autor

Francisco das C. Lima Filho, Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região

Desembargador Federal do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região. Diretor do Escola Judicial do TRT 24ª Região. Diplomou-se em Ciências Jurídicas pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (DF), em 1980. Especializou-se em Direito Processual Civil pela Faculdades Integradas de Dourados, em 1997. Cursou Mestrado em Direito Constitucional pela Universidade de Brasília (DF), em 2002. Em 2006, concluirá o curso de Doutorado em Direito Social (Trabalho) pela Universidade Castilla La Mancha - Espanha.

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Publicado

29.05.2026

Como Citar

LIMA FILHO, Francisco das Chagas. Inteligência artificial e os limites éticos necessários: riscos do uso indevido e impactos sociais. Revista Jurídica IUS Vivens, Campo Grande, p. p. 193–196, 2026. DOI: 10.20435/ius.ano6iesp.110. Disponível em: https://iusvivens.emnuvens.com.br/iusvivens/article/view/110. Acesso em: 12 jul. 2026.

Edição

Seção

Escolas Judiciais

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